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Confira os deputados federais eleitos por São Paulo - SP365
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O quociente eleitoral define os partidos e/ou coligações que têm direito a ocupar as vagas em disputa nas eleições proporcionais. Determina-se o quociente eleitoral dividindo-se o número de votos válidos apurados pelo de lugares a preencher em cada circunscrição eleitoral, desprezada a fração se igual ou inferior a meio, equivalente a um, se superior.

Os deputados federais eleitos são:

. Guilherme Boulos (Psol): 986.602 votos
. Carla Zambelli (PL): 934.773 votos
. Eduardo Bolsonaro (PL): 731.319 votos
. Ricardo Salles (PL): 634.539 votos
. Delegado Bruno Lima (PP): 456.168 votos
. Tabata Amaral (PSB): 333.829 votos
. Celso Russomanno (Republicanos): 300.434 votos
. Kim Kataguiri (União Brasil): 291.505 votos
. Erika Hilton (Psol): 253.982 votos
. Delegado Palumbo (MDB): 251.820 votos
. Capitão Derrite (PL): 238.322 votos
. Marina Silva (Rede): 236.556 votos
. Baleia Rossi (MDB): 235.821 votos
. Fábio Teruel: 233.528 votos
. Marcos Pereira (Republicanos): 230.262 votos
. Sâmia Bomfim (Psol): 225.270 votos
. Pastor Marco Feliciano (PL): 219.452 votos
. Rosângela Moro (União Brasil): 217.075 votos
. Rosana Valle (PL): 216.157 votos
. Alex Manente (Cidadania): 196.253 votos
. Rui Falcão (PT): 192.643 votos
. Alexandre Leite (União Brasil): 189.295 votos
. Marcio Alvino (PL): 187.118 votos
. Delegado da Cunha (PP): 180.847 votos
. Renata Abreu (Podemos): 179.744 votos
. Felipe Becari (União Brasil): 178.067 votos
. Paulo Alexandre Barbosa (PSDB): 170.192 votos
. Capitão Augusto (PL): 168.480 votos
. Kiko Celeguim (PT): 166.425 votos
. Paulo Freire da Costa (PL): 160.891 votos
. Marco Bertaiolli (PSD): 157.505 votos
. Jilmar Tatto (PT): 156.974 votos
. Sônia Guajajara (Psol): 156.660 votos
. Luiz Marinho (PT): 156.037 votos
. Jefferson Campos (PL): 154.234 votos
. Carlos Zarattini (PT): 146.363 votos
. Nilto Tatto (PT): 146.087 votos
. Cezinha de Madureira (PSD): 142.844 votos
. Arlindo Chinaglia (PT): 142.524 votos
. Bruno Ganem (Podemos): 141.273 votos
. Alexandre Padilha (PT): 139.414 votos
. Alencar Santana (PT): 139.076 votos
. Ricardo Silva (PSD): 133.876 votos
. Juliana Cardoso (PT): 125.287 votos
. Maurício Neves (PP): 124.350 votos
. Paulo Teixeira (PT): 122.593 votos
. Mario Frias (PL): 122.233 votos
. Alberto Mourão (MDB): 114.159 votos
. Luiza Erundina (Psol): 113.791 votos
. Arnaldo Jardim (Cidadania): 112.397 votos
. Vinícius Carvalho (Republicanos): 112.650 votos
. Marcelo Lima (Solidariedade): 110.328 votos
. Adriana Ventura (Novo): 109.262 votos
. Rodrigo Gambale (Podemos): 108.122 votos
. Miguel Lombardi (PL): 107.806 votos
. Vitor Lippi (PSDB): 105.482 votos
. Motta (PL): 104.079 votos
. Carlos Sampaio (PSDB): 97.755 votos
. Milton Vieira (Republicanos): 97.585 votos
. Simone Marquetto (MDB): 95.854 votos
. Gilberto Nascimento (PSC): 94.833 votos
. Maria Rosas (Republicanos): 94.560 votos
. David Soares (União Brasil): 93.485 votos
. Maragoni (União Brasil): 89.291 votos
. Jonas Donizette (PSB): 83.780 votos
. Luiz Philippe de O. Bragança (PL): 79.041 votos
. Antonio Carlos Rodrigues (PL): 72.769 votos
. Fausto Pinato (PP): 72.068 votos
. Delegado Paulo Bilynskyj (PL): 71.972 votos
. Tiririca (PL): 71.521 votos

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São Paulo libera 1.700 presos perigosos para saidinha sem tornozeleira

Pela primeira vez em 10 anos, governo de SP libera presos com histórico de crimes violentos sem monitoramento eletrônico

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Pela primeira vez desde a adoção da tornozeleira eletrônica, o Governo de São Paulo determinou que, mesmo detentos com histórico de crimes violentos, não serão monitorados durante a saída temporária que começou no dia 12 de setembro e vai até domingo, dia 17. A decisão foi comunicada a todos os presídios do estado por e-mail enviado na última quarta-feira, 6 de setembro. Na mensagem, o diretor do Centro de Segurança da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), Luiz Gonzaga de Oliveira Júnior, informa aos diretores de unidade que, por determinação do secretário Marcelo Streifinger, os presos não deveriam ser monitorados durante a saída temporária. O e-mail não traz explicação sobre a decisão.

presidente do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional (SIFUSPESP), Fábio Jabá, critica a medida. “Geralmente presos considerados mais perigosos, faccionados, com histórico de crimes sexuais e outros crimes violentos, são monitorados por tornozeleira a cada saída da prisão. A decisão de colocar essas pessoas na rua sem monitoramento, além de não ter precedentes no estado, é uma ameaça à segurança pública”, alerta.

O SIFUSPESP encaminhou ofício solicitando informações do Estado sobre a medida, mas ainda não obteve resposta. O Sindicato também vai acionar o Ministério Público Estadual, que não foi informado sobre a decisão do governo. A entidade apurou que, além dos presos que usam tornozeleira permanentemente, por trabalhar fora da unidade prisional, nenhum outro será obrigado a usar o aparelho enquanto estiver na rua.

Segundo informações do edital de licitação que contratou o serviço de monitoramento, cerca de 1.700 detentos deveriam ser vigiados a cada saída temporária, que acontece trimestralmente. “A custódia de presos é papel da SAP, inclusive quando estão em medidas cautelares diversas à prisão, portanto, o monitoramento por tornozeleira eletrônica é nosso trabalho também. Mas percebemos que, aos poucos, essa atribuição tem sido abandonada pelo governo e agora chegou ao ponto máximo. Desde a adoção das tornozeleiras eletrônicas pelo Estado, há uma década, nunca houve uma decisão dessas, que libera todo mundo sem vigilância”, relata Fábio Jabá.

Servidores com medo
Os policiais penais são o principal alvo de vingança do crime organizado, e temem a decisão do governo. “Muitos companheiros foram assassinados fora dos presídios, em razão do trabalho que faziam dentro deles. O convívio diário numa estrutura precária como é o sistema prisional funciona como uma máquina de produzir conflitos. E esses conflitos muitas vezes terminam em vingança contra nossos colegas. Libertar presos faccionados sem monitoramento coloca em risco a segurança não só da sociedade, mas dos servidores também”, avalia.

Convênios com TJSP
Este ano o governo do estado já firmou dois convênios com o Tribunal de Justiça de São Paulo para instalar tornozeleiras eletrônicas em pessoas liberadas da prisão em audiências de custódia. O Estado destinou 200 tornozeleiras para a ação, número suficiente para atender apenas seis dias de audiência. Outro convênio também assinado com o TJSP determina a adoção de tornozeleiras eletrônicas em pessoas atingidas por medidas protetivas, sobretudo investigados por violência doméstica. “Se estivéssemos avançando no uso de tornozeleiras, São Paulo já poderia monitorar todos os 33 mil sentenciados que saem temporariamente da prisão a cada período. Em vez disso, sempre foram escolhidos apenas aqueles que representam maior risco de cometer crime ou não voltar para a prisão. Agora, a adoção dessas políticas só aumenta a estranheza com a atitude do Estado em retirar o monitoramento durante a saída temporária. Praticamente ao mesmo tempo em que divulga uma política de aumento da vigilância de pessoas implicadas com a Justiça em alguns casos, o governo anuncia, sem nenhum alarde, o afrouxamento do cuidado com presos na saída temporária. Como policiais e como servidores, percebemos que, em vez de avançar, São Paulo está retrocedendo nesse quesito”, encerra Fábio Jabá.

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