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A Rede Bolo da Madre, das sócias Daniela Pelipas e Fernanda Castanheda, é idealizadora de uma campanha muito especial chamada Projeto Social Sonho do Lucca.  Desde 2015 uma parte das vendas do Bolo Sonho é revertida para os projetos sociais da Associação Acorde, mas desde 2019 durante o mês de outubro, o “Mês das Crianças”, a arrecadação é 100% revertida para a Instituição. A causa conta com o apoio do ator e humorista Fábio Porchat, que pelo segundo ano consecutivo empresta sua imagem para a divulgação da campanha.

No ano passado (2019) a rede vendeu 15.000 Bolos Sonho, sendo que 3.500 unidades foram vendidas apenas no mês de outubro, o que representou 18% da venda anual. Neste ano, mesmo com a pandemia mundial do coronavírus, já foram vendidas até então mais de 16.000 unidades do sabor, número que possibilitou considerável auxílio à Associação Acorde, uma vez que muitos doares, por conta de limitações financeiras propiciadas pela crise, suspenderam as doações durante a pandemia.

A receita por trás do projeto homônimo, que tem auxiliado ao menos duzentas crianças e suas famílias, foi desenvolvida há 7 anos quando Lucca, filho de uma das sócio fundadoras da empresa, Daniela Pelipas, sonhou que seu doce preferido, o sonho de padaria, tinha virado bolo.  A versão em bolo ganhou massa de pão de ló macio e o clássico “creminho” especial que nos remete, automaticamente, às lembranças da infância.

Disponível em dois tamanhos, grande (R$40) e pequeno (R$29,00), o sabor se transformou em um sucesso de vendas e tem possibilitado o auxílio aos projetos sociais, educacionais e culturais desenvolvidos pela Associação Acorde, instituição que acolhe crianças e jovens em situação de risco e/ ou vulnerabilidade social na periferia de Embu das Artes, SP.

Para encontrar a loja mais próxima a você, e contribuir com o Projeto Social Sonho do Lucca na compra um Bolo Sonho, é só acessar https://www.bolodamadre.com.br/p/onde-encontrar e conferir todos os telefones e endereços das lojas pelo país.

Sobre a Bolo da Madre: 
A Bolo da Madre surgiu em 2013 quando a empresária e sócia-proprietária Daniela Pelipas, procurou um bolo simples para o aniversário do seu filho e só encontrou bolos confeitados. Em uma conversa com Fernanda Castanheda, também sócia proprietária e empresária de sucesso, o negócio foi idealizado com o objetivo de trabalhar não só com sabores, mas com a memória afetiva e carinhosa do que pode ser vivenciada através de cada um deles. “Queremos levar para a mesa de nossos clientes um bolo caseiro, feito com carinho e que traz boas lembranças. Oferecemos mais de 60 receitas que buscamos em livros de mães, avós, tias e pessoas queridas. O cliente pode levar o bolo inteiro quentinho e ter a sensação que saiu do forno da sua casa” explica Fernanda. São mais de 40 lojas espalhadas por todo Brasil.

Site: https://www.bolodamadre.com.br/
Instagram: http://instagram.com/bolodamadre
Facebook: https://www.facebook.com/BolodaMadre/ 

Sobre a Associação Acorde:
Fundada em 2001, a Associação Acorde realiza mensalmente cerca de 4.700 atendimentos em seus três programas: dois oferecidos para crianças e jovens entre 6 e 17 anos, no contraturno escolar, chamados Brincarte e Cativarte, e um voltado para adultos e jovens da comunidade chamado Centro Cultural Comunitário, que conta com o apoio das Prefeituras de Embu das Artes e Cotia e de voluntários. Durante o período de distanciamento social a Associação tem prestado apoio às crianças e suas famílias.

Site: http://acorde.org.br/
Instagram: https://www.instagram.com/associacaoacorde/

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Política

Assembleia de São Paulo aprova suspensão de reintegrações de posse e despejos durante pandemia da Covid-19

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A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (9/6) o projeto de lei que suspende, durante a pandemia da Covid-19, o cumprimento de mandados de reintegração de posse, despejos e remoções judiciais ou extrajudiciais em todas as cidades paulistas.

O Projeto de Lei 146/2020, de autoria da deputada Leci Brandão (PCdoB) e dos deputados Maurici (PT) e Dr. Jorge do Carmo (PT), diz que a medida vale por até três meses depois que terminar as medidas de prevenção ao contágio e de enfrentamento da propagação decorrente do novo coronavírus.

O texto segue agora para sanção ou veto, total ou parcial, do governador João Doria. O prazo é de 15 dias úteis para a decisão. Proposta semelhante já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, em Brasília. No mês passado, o STF (Supremo Tribunal Federal) também suspendeu, por seis meses, medidas administrativas ou judiciais que resultem em despejos, desocupações, remoções forçadas ou reintegrações de posse, em imóveis de moradia ou de área produtiva pelo trabalho individual ou familiar, de populações vulneráveis.

Ao final da votação, a autora do projeto agradeceu aos colegas parlamentares. “É muito importante que hoje eu esteja tendo esse resultado na minha vida. Quero agradecer outros deputados que são de outros segmentos, são pessoas que entenderam a minha história e as minhas palavras”, disse Leci Brandão.

O deputado Dr. Jorge do Carmo comemorou o apoio. “Eu quero cumprimentar cada deputado por permitir que com o quórum [o projeto] fosse aprovado hoje”, disse. A lei passa a vale a partir da publicação no Diário Oficial pelo Poder Executivo.

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Atualidade

SP é o 5º estado que mais procura pelos termos “sugar baby” e “sugar daddy”

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Com mais de três milhões de usuários, a plataforma de relacionamento sugar MeuPatrocínio, a pioneira no Brasil, registrou um crescimento de 80% no número de cadastros semanais durante o período de isolamento social. Os termos “Sugar Daddy” e “Sugar Baby”, de acordo com levantamento realizado com os dados de pesquisa Google, no período que abrange os meses de março a setembro de 2020, foram especialmente procurados pelo estado do Amazonas e Distrito Federal, respectivamente. O Amazonas, lidera a busca por “Sugar Daddy”. Já o Distrito Federal, a posição se inverte ao ocupar a primeira posição na busca pelo termo “Sugar Baby”.

Confira abaixo o ranking dos estados a procura do termo “sugar baby” durante a pandemia.

  1. Distrito Federal
  2. Amazonas
  3. Rio de Janeiro
  4. Santa Catarina
  5. São Paulo
  6. Goiás
  7. Amapá
  8. Minas Gerais
  9. Espirito Santo
  10. Paraná

Segue o ranking na busca pelo termo “sugar daddy”:

  1. Amazonas
  2. Acre
  3. Rio de Janeiro
  4. Distrito Federal 
  5. Tocantins
  6. Santa Catarina
  7. Roraima
  8. Espirito Santo
  9. Mato Grosso
  10. São Paulo

No cenário nacional, as sugar babies são 2.033.299 inscritas na plataforma MeuPatrocínio enquanto que os sugar daddies totalizam 305.968 usuários. São Paulo (29%), Rio de Janeiro (13%), Minas Gerais (10%), Paraná (7%) e Rio Grande do Sul (6%) são os estados com o maior número de cadastros, seguidos por Santa Catarina (4%), Distrito Federal (3,5%), Bahia (2,8%), Goiás (2,5%) e Pernambuco (2,4%).

Em tempos de pandemia, os usuários têm aproveitado as facilidades das plataformas de relacionamento. Com a possibilidade de descrever exatamente o que procuram, aproveitando todos os filtros disponíveis, fica mais fácil encontrar um parceiro adequado. E o relacionamento sugar, que tem se revelado uma nova tendência principalmente para aqueles que buscam uma relação fundamentada em transparência e objetivos comuns, ocupa a cada dia mais o espaço dos relacionamentos considerados “tradicionais”.

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Meio Ambiente

Um ano depois, manchas de óleo ainda representam risco aos ecossistemas marinhos e à saúde

Especialistas defendem a continuidade dos estudos sobre os impactos e o desenvolvimento de tecnologia de monitoramento das águas

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Há exatamente um ano, manchas de óleo invadiram o litoral brasileiro, afetando mais de 3 mil quilômetros de costa. Mesmo que parte do material poluente tenha sido retirado, especialistas afirmam que os riscos para os ecossistemas marinhos permanecem, podendo causar danos inclusive à saúde humana. Eles defendem a continuidade dos estudos de avaliação dos impactos e o desenvolvimento de tecnologia de monitoramento das águas.

“Embora a imagem degradante das manchas aparentemente tenha sido resolvida, o óleo ainda está lá, gerando impactos pouco visíveis ao olhar comum”, alerta o membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) e pesquisador do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), Alexander Turra. “Parte do óleo que atingiu a costa brasileira se acumulou no fundo do mar e se misturou com os sedimentos, formando grumos pegajosos de poucos centímetros que, de tempos em tempos, são lançados nas praias por meio de tempestades e ressacas e seguem liberando compostos químicos no ambiente. O óleo também está presente nos tecidos de organismos marinhos afetados, podendo representar risco para o ambiente e para a saúde humana. Por isso, a continuidade dos estudos é necessária”, alerta.

No final de agosto e início de setembro de 2019, manchas de óleo tomaram boa parte do litoral brasileiro, naquele que se tornou o maior acidente ambiental da história do país. Em junho de 2020, nove meses após o evento, o material poluente ressurgiu na costa de estados como Bahia, Alagoas, Rio Grande do Norte e Pernambuco. A investigação conduzida pela Marinha do Brasil levantou hipóteses de derramamento acidental, intencional, operação ship to ship ou naufrágio de um navio petroleiro, mas a origem do óleo até hoje segue desconhecida. O inquérito, já concluído, apontou que o derramamento ocorreu a 700 quilômetros da costa e viajou submerso por 40 dias.

Segundo o ecólogo e coordenador de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Robson Capretz, isso realça a necessidade de monitoramento das águas, considerando a importância do oceano para a manutenção da vida no planeta. “O oceano é responsável pela estabilidade do clima, pela produção de alimentos e estocagem de carbono; além de movimentar a economia, envolvendo setores como transporte, recursos minerais, energia e turismo. Os ambientes marinhos também são fonte de renda e berço de culturas e tradições de populações tradicionais”, destaca.

Turra, que é também responsável pela Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade dos Oceanos, reforça que acidentes como o que ocorreu em 2019 precisam de respostas imediatas das autoridades para reduzir prejuízos. Isso implica em transparência no diálogo, na divulgação das informações, assim como na comunicação constante com a comunidade científica para a interpretação correta dos eventos.

“É preciso que seja desenvolvida tecnologia para identificar e monitorar em tempo real manchas que se aproximam da costa pela superfície ou abaixo dela e todos os navios que passem ao longo da costa brasileira – em especial os navios-tanque. Também é preciso definir procedimentos e indicadores prévios de alerta, como o desligamento do transponder de um navio ou padrão suspeito de navegação, de forma a permitir ação rápida da Marinha”, aponta Turra.

Os especialistas afirmam ainda que é necessário solicitar ações e procedimentos mais rigorosos de combate a fraudes no sistema de rastreamento de embarcações pela Organização Marítima Internacional (IMO) e de responsabilização por crimes ambientais. “O treinamento de profissionais e voluntários, a implantação de instrumentos de vigilância independentes, a elaboração e implementação de protocolos de reação e a alocação de recursos públicos e privados para a prevenção e contingência de acidentes são outros aspectos que devem ser pensados”, reforça Turra.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a zona costeira do Brasil estende-se por mais de 8.500 quilômetros, abrangendo 17 estados e cerca de 400 municípios, do Norte ao Sul do país. Trata-se de uma área extremamente rica do ponto de vista da biodiversidade, com muitas espécies de fauna e flora ainda desconhecidas da ciência e cuja existência fica comprometida diante de acidentes graves como o do ano passado.

No vazamento de 2019, foram afetadas 906 localidades em 127 municípios de 11 estados. Ao todo, o governo federal informa ter desembolsado R$ 172 milhões para conter o avanço das manchas e coletar os resíduos. À época, a Marinha divulgou que havia mobilizado 54 organizações militares, 2.700 membros das forças armadas, 16 navios, duas aeronaves, além de embarcações e viaturas pertencentes às diversas capitanias dos portos, delegacias e agências sediadas ao longo do litoral.

Sobre a Rede de Especialistas

Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) reúne cerca de 80 profissionais de todas as regiões do Brasil e alguns do exterior que trazem ao trabalho que desenvolvem a importância da conservação da natureza e da proteção da biodiversidade. São juristas, urbanistas, biólogos, engenheiros, ambientalistas, cientistas, professores universitários – de referência nacional e internacional – que se voluntariaram para serem porta-vozes da natureza, dando entrevistas, trazendo novas perspectivas, gerando conteúdo e enriquecendo informações de reportagens das mais diversas editorias. Criada em 2014, a Rede é uma iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Os pronunciamentos e artigos dos membros da Rede refletem exclusivamente a opinião dos respectivos autores. Acesse o Guia de Fontes em www.fundacaogrupoboticario.org.br

Sobre a Fundação Grupo Boticário

Com 30 anos de história, a Fundação Grupo Boticário é uma das principais fundações empresariais do Brasil que atuam para proteger a natureza brasileira. A instituição atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e em políticas públicas e apoia ações que aproximem diferentes atores e mecanismos em busca de soluções para os principais desafios ambientais, sociais e econômicos. Protege duas áreas de Mata Atlântica e Cerrado – os biomas mais ameaçados do Brasil –, somando 11 mil hectares, o equivalente a 70 Parques do Ibirapuera. Com mais de 1,2 milhão de seguidores nas redes sociais, busca também aproximar a natureza do cotidiano das pessoas. A Fundação é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial.

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